• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
MENU

Um dia para trocar saberes e plantar esperança

Muita experiência nesses 20 anos de educação integral da CUT, agora lideranças debatem quais caminhos trilhar nos próximos 20 anos

Publicado: 08 Dezembro, 2016 - 18h38

Escrito por: Sílvia Medeiros

notice

Dia 8 de dezembro, segundo e último dia do Seminário de Educação e Mundo do Trabalho da CUT Nacional, ficou marcado pelo compartilhamento das experiências de formação e o plantio da árvore que dará frutos.

O hall de entrada do Auditório do Hotel Canto da Ilha da CUT foi ocupado por mesas com exposição de livros, fotos, cartilhas e tantas experiências feitas pelas escolas sindicais da central, os ramos da CUT e entidades parceiras como o MST (Movimento dos Sem Terra).

Na praça, lideranças de espaços de formação de esquerda falaram de suas experiências na construção de uma outra educação, uma educação emancipadora. Almerico Lima, gestor público em educação, Rosane Bertotti, Secretaria de Formação da CUT Nacional, José Celestino, Secretário de Cultura da CUT Nacional, Fausto Augusto Júnior da Escola de Ciências do Trabalho do DIEESE e Djacira Araújo da Escola Nacional Florestan Fernandes falaram sobre o protagonismo dos trabalhadores no campo da educação e do trabalho.

Depois foi o momento da praça ser ocupada pela representação da América Latina e o debate ficou por conta dos desafios e perspectivas da educação integral dos trabalhadores latino-americanos. Participou o Secretario de Relações Internacionais da CUT Nacional, Antonio Lisboa, a Secretaria de Políticas Sindical e Educação da CSA (Central Sindical das Américas) e o escritor Emir Sader.

A árvore da esperança - Quando tudo parecia terminar, após a leitura da Carta de Florianópolis, que destacava os principais compromissos da central com a luta da educação. Todos são convidados a dar as mãos e cantando  “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, sonho que se sonha junto é realidade”. Em ciranda e de mãos dados, os mais de 200 participantes foram conduzidos até o lado de fora do auditório e em volta de várias árvores e um gramado, foram provocados a plantar o que foi semeado e falado durante os dois dias de Seminário.

Ao pedir que alguém preparasse a terra, muitos se disponibilizaram e de forma coletiva, trazida por uma estudante, a árvore dos sonhos da CUT foi plantada.

carregando