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Trabalhadores/as da educação defendem um Plano de Carreira que respeite a categoria

Em unidade a categoria definiu ações para cobrar um Plano que respeite as diretrizes de carreira e o Piso Salarial Profissional Nacional.

Publicado: 22 Outubro, 2021 - 14h51

Escrito por: SINTE-SC

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Reunidos nesta quarta (20/10) em Florianópolis na Assembleia dos/as Trabalhadores/as da Educação Pública Estadual, a categoria do magistério catarinense debateu sobre o projeto do Plano de Carreira apresentado pelo Governo do Estado na Assembleia Legislativa. Em unidade a categoria definiu ações para cobrar um Plano que respeite as diretrizes de carreira e o Piso Salarial Profissional Nacional.

Os/as trabalhadores/as da educação tem uma luta histórica em defesa da valorização e compreendeu que a proposta apresentada pelo Governo do Estado, não contempla as reivindicações da educação e não promove a descompactação da tabela salarial. Além desta pauta, outras ações foram pensadas na luta contra a municipalização das escolas e contra a PEC 32, que significa a destruição dos serviços públicos.

Após a assembleia, um ato foi realizado pelas ruas do centro de Florianópolis com destino a sede da Secretaria Estadual de Educação (SED), onde a categoria pode manifestar seu descontentamento com as ações tomadas pelo governo catarinense em relação à educação. 

O SINTE/SC segue vigilante e em luta, sempre em diálogo democrático com sua base e em busca de valorização para a sua categoria. Começaremos uma grande campanha de mídia e pressão aos/as deputados/as estaduais, para que garantam uma valorização respeitosa a quem dedica sua vida para à educação pública de Santa Catarina. Sabemos que o governo possui recursos e pode garantir a valorização de todos/as os/as trabalhadores/as.

Conheça os principais encaminhamentos da Assembleia Estadual do SINTE/SC:

- Defesa de uma tabela salarial que respeite as diretrizes de carreira e o Piso Salarial Profissional Nacional, de acordo com o que estabelece a lei 11.738/2008, ao contrário da proposta apresentada pelo governo do estado, que não contempla estas reivindicações e não promove a descompactação,

- Continuar exigindo a descompactação da tabela salarial, com forte mobilização para participação da Assembleia Estadual,

- Unificação da luta salarial com as demais categorias do serviço público estadual,

- Realização de uma campanha contra o Governador Moisés, denunciando todos seus ataques ao magistério, (reforma da previdência, aprofundamento do achatamento salarial, novo Ensino Médio Empresarial, contra a municipalização, reajuste do auxílio alimentação...)

- Intensificação e estadualização da luta contra a municipalização,

- Denunciar para a categoria e sociedade, os/as deputados/as que aprovaram a reforma da previdência proposta pelo Governador Moisés,

- Mobilizações nos escritórios regionais e bases eleitorais dos deputados/as;

- Realização de encontros regionais de aposentados, como forma de fortalecer a mobilização

- Intensificar a luta contra a PEC 32 e participação em todas as atividades organizadas pelas Centrais Sindicais e/ou Fórum dos Servidores,

- Campanha contra os ataques a liberdade de ensinar,

- Defesa de formação continuada promovida exclusivamente por universidades públicas,