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Sem salários, sem comida, Trabalhadores do Regional de Araranguá pedem cestas básicas e protestam no centro de Araranguá

O atraso no pagamento dos salários faz com que, pais e mães de família estejam com suas contas residenciais e no comércio atrasadas

Publicado: 18 Dezembro, 2017 - 11h14

Escrito por: Maristela Benedet

Entrando no nono dia de greve nesta segunda-feira (18) e sem previsão de receber os salários de novembro, os cerca de 600 trabalhadores do Hospital Regional de Araranguá a situação dos profissionais começa a ficar crítica e eles pedem socorro. Eles já sofrem com a falta de alimentos e, por isso, fizeram manifestação no calçadão na sexta-feira (15).

“Em mais um caso vergonhoso atingindo aqueles os profissionais, muitos dependem exclusivamente deste salário para o sustento de sua família e, já não tem mais comida em casa. Por isso estamos iniciando uma campanha para arrecadar cesta básica para doação”, pontua o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), João Martins Estevam.

Conforme ele, a postura  da gestora SPDM, faz com que, pais e mães de família, provedores de seus lares estejam com suas contas residenciais e no comércio atrasadas “e o mais indigno de tudo isso, a administradora faz com que falte alimento no lar de um trabalhador que cumpriu com sua obrigação e hoje pede ajuda a população”,  critica João.

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