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Coletivo de Saúde do Trabalhador da CUT-SC realiza oficina de estudos

Várias ações foram pensadas para fortalecer a luta por um ambiente saudável de trabalho e contra a retirada de direitos dos trabalhadores

Publicado: 04 Novembro, 2016 - 16h12

Escrito por: Sílvia Medeiros

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A cada uma hora, 338 pessoas sofrem um acidente de trabalho, a cada uma hora uma pessoa morre no local em que trabalha. Só em 2014 foram 704.136 acidentes, destes 115.551 no trajeto de trabalho, sendo que 13.833 ficaram inválidos permanentemente e 2.783 morreram. Esses dados são preocupantes e exigem uma ação imediata do estado e das organizações patronais e de trabalhadores para enfrentar essa estatística.

Pautados no fortalecimento das ações sindicais do movimento CUTista, a Secretária de Saúde do Trabalhador da CUT-SC realizou nos dias 3 e 4 de novembro na Escola Sul da CUT em Florianópolis, uma Oficina do Coletivo de Saúde do Trabalhador. Na oportunidade, mais de 30 dirigentes sindicais de diversas categorias puderam se aprofundar em temas como segurança do trabalho, assédio moral e mudanças legislativas.

A Secretária de Saúde do Trabalhador da CUT-SC, Elizandra Rodrigues Anselmo, salientou a necessidade de formação sobre o assunto. “É de extrema importância esse espaço, para que possamos trocar informações com outras categorias e conhecer direitos dos trabalhadores. Assim conseguimos responder as demandas diárias dos trabalhadores da nossa base”.

O diretor da CUT-SC, Sergio Rabelo, que também é coordenador da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador de Santa Catarina - CIST/SC ressaltou a expectativa com a Oficina e os encaminhamentos de outras ações. “Espero que o grupo forte que construímos aqui possa pensar ações futuras para revitalizar o coletivo de Saúde do trabalhador da CUT-SC”, explicou Rabelo.

Santa Catarina é um dos estados com maior índice de acidentes de trabalho se comparado com o número de habitantes, a estatística chega a ser 48% superior aos demais estados do país. “A oficina é apenas o primeiro passo das nossas ações, frente as estatísticas alarmantes que temos pelo estado”, declarou Elizandra.

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