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Chapa única é eleita com 100% dos votos no Sindicato dos Bancários de Criciúma

Valdir Machado da Silva é o novo presidente e Edegar Generoso se despede do sindicato após 20 anos

Publicado: 16 Maio, 2018 - 10h08

Escrito por: Maristela Benedet

Por unanimidade, com 100% dos votos válidos a chapa única da eleição da nova direção do Sindicato dos Bancários de Criciúma e região foi eleita hoje, 15 de maio. O atual secretário de Finanças da entidade, Valdir Machado da Silva assume pela primeira vez a presidência para a gestão de quatro anos (2018/2022). O atual mandato encerra dia 30 de junho.

Do total de 721 bancários associados aptos a votar, 363 confirmaram voto na chapa única sem nenhuma abstenção e nenhum voto em branco. Com 10 municípios de base foram disponibilizadas sete urnas itinerantes percorrendo as agências no horário do expediente dos bancos públicos e privados de Criciúma, Içara, Morro da Fumaça, Cocal do Sul, Urussanga, Siderópolis, Nova Veneza e Forquilhinha e, uma urna fixa na sede do Sindicato em Criciúma.

 

Valdir Machado, novo presidente eleito do Sindicato dos BancValdir Machado, novo presidente eleito do Sindicato dos Banc

Valdir é bancário há 34 anos sendo funcionário do banco Itaú. Integra há mais de 18 anos o movimento sindical e está na direção da entidade há 15 anos. Além da categoria bancária, ele foi presidente do Conselho Municipal de Saúde por dois mandatos e integrou o Conselho da Previdência Social (INSS) ambas funções representando o sindicato.

O presidente eleito agradece a confiança dos votos na manutenção da chapa destacando que nos próximos quatro anos não será o   presidente Valdir a frente da direção e sim, toda a diretoria que foi eleita: “A direção da entidade não é presidencialista. Ela é uma equipe unida que manterá a sua atuação democrática focada nas reivindicações de interesse e, de conquistas de benefícios para os bancários e para a sociedade. Neste momento paramos de pensar no nosso eu individual para pensar no coletivo. Os bancários são uma categoria exigente com uma campanha em nível nacional e, desta forma, estaremos sempre ouvindo a base e representando a voz da categoria nestes debates”, analisou o presidente eleito.

 DIREÇÃO ELEITA

Presidente

Valdir Machado da Silva

 

Secretaria geral

Dirceia Mello Locatelli

 

Secretaria de Finanças e Patrimônio

Valter Amboni

 

Secretaria de Assuntos Jurídicos

Rogério Paiter

 

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho

Magno Branco Pacheco

 

Secretaria de Formação e Política Sindical

Rosiane Bento da Silva

 

Secretaria de Comunicação e Cultura

Valter Meller

 

Suplentes:

Adriana Macarini

Julio Cesar Zavadil

Júlio Savi

Jociane Vieira dos Santos Antunes

Edson Benincá

Andrio Bernardino Inácio

José Augusto Meller

 

Conselho Fiscal:

Sovenir Ducioni

Flávio Delzi Rocha

Rogério Justi

Laércio Silva

 

Conselho de Representantes da Federação:

Patrício Henrique Osório Junior

Denis Rocha Fraga

 

Após 20 anos, Edegar Generoso se despede do  sindicato

 Com uma trajetória de mais de duas décadas no movimento sindical e na direção do Sindicato, sendo neste período a frente da direção em quatro mandatos como presidente – 2002 a 2011 e 2014 a 2018 o atual presidente, Edegar Generoso deixa o sindicato e  retorna para o banco de origem, o Santander no mês de julho. Na profissão de bancário há 28 anos, o sindicalista deve permanecer na instituição bancária até a aposentadoria e, posteriormente focar em projetos pessoais.

Edegar integrou no movimento sindical em 1993. Sua liderança ultrapassou a categoria bancária com participação nas diversas lutas da classe trabalhadora da região e estado, inclusive como coordenador da CUT Regional Sul e outros movimentos. Para ele este é um ciclo fecha na sua vida. Um período de 20 anos como dirigente sindical em que esteve à frente como diretor ou como presidente do Sindicato. “Ao longo desse tempo percebi que só mesmo sendo um dirigente é que se consegue compreender com exatidão o quanto o sindicato é importante para a vida das pessoas, pois não há nenhum direito trabalhista ou social em que a figura do movimento sindical não esteve envolvida. A atividade sindical na minha percepção caracteriza-se como um estado de constante alerta para preservar os direitos da classe, e de constante atividade para buscar amplia-los.  Nesse sentido digo que a beleza disso tudo se encontra no fato de que o sindicato não é a sede, não é a sua diretoria nem os seus funcionários e advogados; sindicato é a movimentação de pessoas que lutam por uma causa muito maior que si mesmas: deixar para as gerações futuras um mundo do trabalho mais justo/fraterno do que esse em que vivemos. Estou saindo do sindicato, mas não da causa, pois ela vale todo o esforço que pudermos fazer, mesmo que não sejamos sindicalistas,” avaliou Edegar.

 

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