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8M organiza a greve das mulheres em Florianópolis

Por toda a cidade, acontecem ações, intervenções e chamadas para o 8M, que pelo segundo ano mobiliza o país e Santa Catarina para a Greve das Mulheres.

Publicado: 05 Março, 2018 - 08h57

Escrito por: Portal Catarinas

Um dia é pouco para dar conta da ampla mobilização feminina em torno do 8 de março em Florianópolis. Por toda a cidade, acontecem ações, intervenções e chamadas para o 8M, que pelo segundo ano mobiliza o país e Santa Catarina para a Greve das Mulheres. 2018 mal havia começado e as catarinenses já lotavam a primeira reunião de organização do 8M. A mobilização começou nas primeiras semanas de janeiro, em sintonia com os chamados internacionais dos movimentos Ni Una Menos em diversos países.

O desafio não é pequeno: garantir a representatividade de movimentos e ativistas independentes, agregar o maior número de mulheres e conclamá-las à greve. Em especial, as que tem mais direitos negados pelo sistema patriarcal: mulheres negras, encarceradas, trabalhadoras formais e informais, quilombolas, camponesas, periféricas, indígenas, lésbicas, transexuais e travestis e tantos outros grupos sub-representados na sociedade capitalista.

Representado pelo 8M, o ativismo feminista marcou presença no carnaval e nas lutas sociais. Movimentou escolas, comunidades, sindicatos e distribuiu material informativo às trabalhadoras e estudantes nos terminais de ônibus. No dia 8, a concentração acontece no Largo da Alfândega, onde sete tendas promovem ações simultâneas.

Confirma a programação completa do 8M em Florianópolis:

 1º/3 a 10/3 – La Kahlo Bodega – Exposição Violências Contra as Mulheres

 

7/3 | 8h às 18h |– Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Seminário Regional: “Pelo fim da violência doméstica contra a mulher” – Auditório Deputada Antonieta de Barros

7/3 | 19h30 |– Cinema do CIC – Cinemática – 1ª Mostra Àjé Mulheres Negras no Cinema

 

8/3 – LARGO DA ALFÂNDEGA

 8h às 16h – Tenda Jennifer – Espaço Ciranda e espaço para rodas de conversas e trocas de experiências

 8h às 17h – Tenda Olga Benário – Um olhar sobre a vida das mulheres encarceradas, com materiais e troca de correspondências

8h às 17h – Tenda Mãe Gracinha – As mulheres quilombolas e a luta por direitos. Com exposição de fotos

8h às 17h – Tenda Anticapitalista – Tenda da troca (tragam roupas, acessórios, sapatos e disponibilidade de troca de serviços)

9h às 12h – Tenda Valda Costa – Oficina de Grafite com Gabriela Olívia Marques

 9h às 10h30 – Tenda Jennifer – Roda de Conversa com ADOSC

10h30 às 12h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: Branquitude e Negritude – com Mathizy Pinheiro, Lia Vainer, Vanda Pinedo (MNU) e Maria de Lourdes Mina (MNU)

12h às 13h – Coreto – Coletivo NEGA – Teatro/Performance

13h às 14h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: (IN)VISIBILIDADE TRANS – Desafios e Oportunidades – com Lirous K’yo Fonseca Ávila e Maria Zanella

13h – Madalenas – Cortejo

14h às 16h – Tenda Valda Costa – Oficina de Lambe com Kio za’s e Ju AS

14h às 14h30 – Coletivo Independente Fluído – Performance

14h às 17h – Tenda Janete Cassol – Movimento sindical e social com debate: A Defesa da Democracia e da Soberania Nacional. A luta por Direitos e pela Vida das Mulheres.

14h30 às 15h – Coreto – Paz – Pocket Show Rap

 15h30 às 16h – Coreto – Trama Feminina – Pocket Show Rap

 16h às 16h30 – Coreto – MC Moa – Pocket Show Rap

16h30 às 17h – Coreto – MC K47 – Pocket Show Rap

16h às 17h – Tenda Jennifer – Debate: mulheres com deficiência

17h às 17h30 – Coreto – Roda de Samba de terreiro – com Elaine Sallas

17h – CONCENTRAÇÃO DA MARCHA

17h40 às 18h – Coreto – Pollyana Tathyana Rodrigues (ADEH) – Pocket Show

18h – Bloco Cores de Aidê – Abertura da Marcha

20h30 às 23h – Coreto – Batalha da Alfândega: – Apresentadoras: Luneti, Moa e Sara / – Playlist feminista: Olívia, Ana, Berra, Sara e Dud / – DJ’s Beats Batalha: Brum e Isa / – Pocket Show: NOVE (Ananin e Berra) / – Chaves da Batalha: Gugie e Duda

20h – Casa de Noca – Tempo de Resistência – Rumo ao FSM

 

10/03 – 15h30 às 21h – La Kahlo Bodega – Até Quando? Não me Kahlo!

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